são coisas que a gente desaprende. desentende.
assim como aqueles erros básicos de português no meio do texto que você sempre acertava nas provas do colégio.
deixa de entender o porquê de alguns rumos que a vida toma e de que você teve tanta certeza um dia.
por que eu não estou lá pra dar um abraço no meu pai hoje?
por que eu não estava lá pra dar aquele olhar de apoio pra minha mãe na semana passada?
aquele beijo no meu irmão mês que vem?
aquele brinde com os amigos ano passado?
parece que as coisas simplesmente vanish away e você se vê sem entender porra nenhuma do que está acontecendo. lost in translation. Me pergunto se isso um dia acaba...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
domingo, 20 de setembro de 2009
Acho que não ressignifiquei tudo
Sabe o que eu estou fazendo neste exato momento?
Aguardando o Dreamweaver ser desinstalado do meu computador. Mano, como isso demora.
Estou preparando my old desktop PC Pentium 4 pra ser finalmente encaixotado e vendido, doado, realocado, whatever. Um ano depois da chegada do meu dell Aspiron Blossom.
Isso depois de uma tarde encaixotando CDs, tirando a poeira da escrivaninha, jogando algumas lembrancinhas fora. Sinto que tem muita tralha na minha vida bauruense ainda. Na minha próxima ida a Leme, juro, vou levar uma mudança comigo. É ventilador que não presta mais (mas que meu pai vai fazer prestar, com certeza), CDs antigos de uma época que já tinha passado antes mesmo de eu vir pra cá, material de xerox da faculdade... gente, hoje olhei num armário e tinha até uma caixa da mudança pra Bauru que eu ainda não "desencaixotei". :O Fiquei bege. Uma caixa com coisinhas místicas, um duendinho, uma escova de cabelo e outras tralhas de adolescentes. Não sei por que achei que isso seria útil.
Mas enfim, essa tarde está me fazendo muito bem. Nada como perceber que tudo foi ressignificado. Ou melhor: quase tudo.
É que nesse "vasculhar" do meu computador encontrei tanta coisa... tantos programas que tive que baixar aos 45 do segundo tempo pros trabalhos de faculdade, uma pastinha chamada "blog" (que parece que ficou no passado mesmo...), a foto de desktop que eu tirei logo que vim a Bauru, da vista da minha janela ao anoitecer... sei lá. É estranho remexer esses arquivos, tem uma vivacidade neles aqui dentro ainda.
Não sei se vocês estão me entendendo. Acho que ainda preciso começar outro ciclo antes de eliminar este da minha vida, assim como os duendinhos e CDs do Bruce Dickinson estão sendo sumariamente expulsos do meu pequeno apartamento.
Enfim, fica o desabafo.
Aguardando o Dreamweaver ser desinstalado do meu computador. Mano, como isso demora.
Estou preparando my old desktop PC Pentium 4 pra ser finalmente encaixotado e vendido, doado, realocado, whatever. Um ano depois da chegada do meu dell Aspiron Blossom.
Isso depois de uma tarde encaixotando CDs, tirando a poeira da escrivaninha, jogando algumas lembrancinhas fora. Sinto que tem muita tralha na minha vida bauruense ainda. Na minha próxima ida a Leme, juro, vou levar uma mudança comigo. É ventilador que não presta mais (mas que meu pai vai fazer prestar, com certeza), CDs antigos de uma época que já tinha passado antes mesmo de eu vir pra cá, material de xerox da faculdade... gente, hoje olhei num armário e tinha até uma caixa da mudança pra Bauru que eu ainda não "desencaixotei". :O Fiquei bege. Uma caixa com coisinhas místicas, um duendinho, uma escova de cabelo e outras tralhas de adolescentes. Não sei por que achei que isso seria útil.
Mas enfim, essa tarde está me fazendo muito bem. Nada como perceber que tudo foi ressignificado. Ou melhor: quase tudo.
É que nesse "vasculhar" do meu computador encontrei tanta coisa... tantos programas que tive que baixar aos 45 do segundo tempo pros trabalhos de faculdade, uma pastinha chamada "blog" (que parece que ficou no passado mesmo...), a foto de desktop que eu tirei logo que vim a Bauru, da vista da minha janela ao anoitecer... sei lá. É estranho remexer esses arquivos, tem uma vivacidade neles aqui dentro ainda.
Não sei se vocês estão me entendendo. Acho que ainda preciso começar outro ciclo antes de eliminar este da minha vida, assim como os duendinhos e CDs do Bruce Dickinson estão sendo sumariamente expulsos do meu pequeno apartamento.
Enfim, fica o desabafo.
domingo, 19 de julho de 2009
momento I´m just where I want to be
.
Sábado à noite. Frio lá fora. Filme começando na TV. Colchão na sala. Edredon de casal. Panquecas, vinho e ele.
.
Sábado à noite. Frio lá fora. Filme começando na TV. Colchão na sala. Edredon de casal. Panquecas, vinho e ele.
.
domingo, 5 de julho de 2009
Aniversariantes
Gente,
tirando a poeira apenas pra registrar oficialmente minhas saudações a duas das melhores pessoas que eu conheço e que completaram primaveras há pouco tempo.
Parabéns às cancerianas Silvia (28/06) e Carol Ferreira (03/07)!
Vocês são tão importantes na minha vida que até me motivaram a reativar o blog pela enésima vez com este post. Foi muito bom comemorar os aniversários com vocês. Queridos leitores imaginários, vale a pena conhecê-las.
E não se esqueçam do meu, que tá chegando... 28 de julho, o dia em que a filha da Xuxa nasceu.
Um beijo e até breve, assim espero
tirando a poeira apenas pra registrar oficialmente minhas saudações a duas das melhores pessoas que eu conheço e que completaram primaveras há pouco tempo.
Parabéns às cancerianas Silvia (28/06) e Carol Ferreira (03/07)!
Vocês são tão importantes na minha vida que até me motivaram a reativar o blog pela enésima vez com este post. Foi muito bom comemorar os aniversários com vocês. Queridos leitores imaginários, vale a pena conhecê-las.
E não se esqueçam do meu, que tá chegando... 28 de julho, o dia em que a filha da Xuxa nasceu.
Um beijo e até breve, assim espero
quinta-feira, 11 de junho de 2009
I´m free to decide
Gentche, que ansiedade...
Sabe aqueles momentos em que você é obrigado a se deparar com você mesmo? Desnudo? Só?
Então... aí que a gente percebe COMO a gente é fraco, cai no buraco, buraco é fundo acabou-se o mundo.
E como eu li uma vez o Ricardo Jordão (do bizrevolution) falando e isso se aplica a tudo na nossa vida: não tem algo que dê tanto prejuízo como a falta de decisão. Just do it. É como o Marketing da Tecnisa falou no Social Media, a tal filosofia “pedimos desculpa, não pedimos licença” – tá aí vendendo 500 imóveis por ano só no site. (Fonte)
Como estávamos conversando certa vez numa noite fria de caldinho com las negas... a gente é muito, muito pouco sendo nós somente. Detestável isso. Essa coisa de ter que ter uma máxima pra seguir sabe?
Se bem que me pego pensando que não é possível que não existam pessoas realmente mobilizadoras... mas de onde surge essa motivação, o insight, a idéia de um milhão de seguidores?
Valores... é esse o investimento que você deve fazer nos seus filhinhos lindos cuti-cuti da mamãe e do papai. Essa base aí, isso ninguém tira. Culhões. Persona. Essas coisas aí. Falo do alto dos meus 21 anos, tá?
Então é isso minha gente, vida que segue, enquanto essa turbulência não passa eu vou indo ao cinema, comendo comidinhas gostosas e pegando a estrada pela primeira vez, sempre ao lado do meu lindo e gostoso namorado. (parece sarcasmo, mas não é)
Foi bom falar com você, volte sempre!
Mas não dispenso uma boa conversa MESMO.
Sabe aqueles momentos em que você é obrigado a se deparar com você mesmo? Desnudo? Só?
Então... aí que a gente percebe COMO a gente é fraco, cai no buraco, buraco é fundo acabou-se o mundo.
E como eu li uma vez o Ricardo Jordão (do bizrevolution) falando e isso se aplica a tudo na nossa vida: não tem algo que dê tanto prejuízo como a falta de decisão. Just do it. É como o Marketing da Tecnisa falou no Social Media, a tal filosofia “pedimos desculpa, não pedimos licença” – tá aí vendendo 500 imóveis por ano só no site. (Fonte)
Como estávamos conversando certa vez numa noite fria de caldinho com las negas... a gente é muito, muito pouco sendo nós somente. Detestável isso. Essa coisa de ter que ter uma máxima pra seguir sabe?
Se bem que me pego pensando que não é possível que não existam pessoas realmente mobilizadoras... mas de onde surge essa motivação, o insight, a idéia de um milhão de seguidores?
Valores... é esse o investimento que você deve fazer nos seus filhinhos lindos cuti-cuti da mamãe e do papai. Essa base aí, isso ninguém tira. Culhões. Persona. Essas coisas aí. Falo do alto dos meus 21 anos, tá?
Então é isso minha gente, vida que segue, enquanto essa turbulência não passa eu vou indo ao cinema, comendo comidinhas gostosas e pegando a estrada pela primeira vez, sempre ao lado do meu lindo e gostoso namorado. (parece sarcasmo, mas não é)
Foi bom falar com você, volte sempre!
Mas não dispenso uma boa conversa MESMO.
terça-feira, 21 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
9 coisas que eu não sabia sobre John Lennon
Entãao gente, sexta-feira eu tava com minha carteira zerada, devendo R$10 pro meu namorado e fui lá naquele supermercado chiquérrimo, com aquele estacionamento MARA, só pra tirar um dindim pro fim-de-semana.
Saí de lá com um fertilizante e um livro, ou seja, saldo negativíssimo.
Mas tudo bem porque eu estava altamente cobiçando o livro há semanas, e indeed valeu a pena. É o John Lennon - A vida (by Philip Norman). Recente, provavelmente logo estará entre os mais vendidos. Custou-me 69 pilas, mas muito bem pagas pelo material riquíssimo: são quase 900 páginas!!
Enfim, beatlemaníacos (quase 100% da minha audiência), vale a pena.
Mas não me aguentei e resolvi postar aqui algumas coisas que eu não sabia sobre o Beatle mais politicamente correto e revolucionário até ler as primeiras 70 páginas do livro. Ei-las como um tiragosto para você, que ainda vai ler o livro:
O pai dele tinha raquitismo – devido a uma infância pobre e carente dos nutrientes essenciais, ele nunca passou de 1,62. O que não o impediu de ser bonito.
Aos 6 anos, teve que escolher com qual dos pais iria ficar – queria os dois juntos, finalmente escolheu sua mãe, Julia, que já estava morando com outro homem. Mas não passou muito tempo com ela, já que sua tia, Mimi, passou a criá-lo alguns meses depois, a fim de oferecer ao único homem da família uma criação mais estável e fora da “vida de pecado” que, segundo ela, sua irmã levava.
Ele foi criado em uma família de mulheres – o clã era composto de 4 tias, sendo que foi criado por uma delas, a Mimi. Teve três meio-irmãs, mas nunca conheceu uma delas, que foi dada para adoção (era fruto de um relacionamento extra-conjugal de sua mãe). Por isso que a gente se derrete por ele, né não?
O “Working class hero” tinha campainhas para chamar empregados – sua infância não foi marcada pela pobreza, como a de seu pai. Foi criado em uma das casas mais belas da região. Mesmo assim, sua tia conta que John sempre ficava do lado dos oprimidos. Em suas brincadeiras, ao contrário das outras crianças, John preferia ser o índio ao invés do cowboy, que era sempre o derrotado.
Strawberry fields era um orfanato de meninas perto de sua casa – let me take you down cause I´m going to... strawberry fields... nothing is real... and nothing to get hung about… strawberry fields forever.
Ele sempre foi um leitor ávido – um de seus livros preferidos quando menino era Alice no país das maravilhas, que tem inclusive algumas referências na música Lucy in the Sky with Diamonds. John sempre gostou de trocadilhos, de brincar com as palavras, do bizarro e do absurdo – tudo o que este livro lhe oferecia.
John tinha talento para cartum e caricaturas – esta forma constante de ver o mundo de uma forma absurda e misturada, esteticamente confusa, pode ser resultado de uma grave miopia que não era tratada com uso de óculos durante a infância (ele os odiava).
Era um músico nato – herdou o talento de sua mãe e seu pai. Ambos cantavam e sua mãe tocava instrumentos como acordeão, gaita, uquelele. Ganhou sua primeira gaita de um estudante pensionista que morou na sua casa. O futuro médico o emprestou sua gaita em uma noite e prometeu presenteá-lo com outra caso ele aprendesse alguma música até o dia seguinte. John tocou duas músicas.
Menino serelepe – teve uma infância “arteira”. Gostava de desafios, aventuras, e roubar comerciantes era algo natural. Sempre foi e quis ser o líder de suas turmas.
Agora vou-me pra mais uma jornada consumista no shopping Bauru. Se trouxer algo de útil, comento por aqui ok?
LINKS RELACIONADOS:
Skoob - rede social de livros - www.skoob.com.br (conheçam!)
Meu blip.fm - tem várias músicas da carreira solo do John... www.blip.fm/juliadantas
Saí de lá com um fertilizante e um livro, ou seja, saldo negativíssimo.
Mas tudo bem porque eu estava altamente cobiçando o livro há semanas, e indeed valeu a pena. É o John Lennon - A vida (by Philip Norman). Recente, provavelmente logo estará entre os mais vendidos. Custou-me 69 pilas, mas muito bem pagas pelo material riquíssimo: são quase 900 páginas!!
Enfim, beatlemaníacos (quase 100% da minha audiência), vale a pena.
Mas não me aguentei e resolvi postar aqui algumas coisas que eu não sabia sobre o Beatle mais politicamente correto e revolucionário até ler as primeiras 70 páginas do livro. Ei-las como um tiragosto para você, que ainda vai ler o livro:
O pai dele tinha raquitismo – devido a uma infância pobre e carente dos nutrientes essenciais, ele nunca passou de 1,62. O que não o impediu de ser bonito.
Aos 6 anos, teve que escolher com qual dos pais iria ficar – queria os dois juntos, finalmente escolheu sua mãe, Julia, que já estava morando com outro homem. Mas não passou muito tempo com ela, já que sua tia, Mimi, passou a criá-lo alguns meses depois, a fim de oferecer ao único homem da família uma criação mais estável e fora da “vida de pecado” que, segundo ela, sua irmã levava.
Ele foi criado em uma família de mulheres – o clã era composto de 4 tias, sendo que foi criado por uma delas, a Mimi. Teve três meio-irmãs, mas nunca conheceu uma delas, que foi dada para adoção (era fruto de um relacionamento extra-conjugal de sua mãe). Por isso que a gente se derrete por ele, né não?
O “Working class hero” tinha campainhas para chamar empregados – sua infância não foi marcada pela pobreza, como a de seu pai. Foi criado em uma das casas mais belas da região. Mesmo assim, sua tia conta que John sempre ficava do lado dos oprimidos. Em suas brincadeiras, ao contrário das outras crianças, John preferia ser o índio ao invés do cowboy, que era sempre o derrotado.
Strawberry fields era um orfanato de meninas perto de sua casa – let me take you down cause I´m going to... strawberry fields... nothing is real... and nothing to get hung about… strawberry fields forever.
Ele sempre foi um leitor ávido – um de seus livros preferidos quando menino era Alice no país das maravilhas, que tem inclusive algumas referências na música Lucy in the Sky with Diamonds. John sempre gostou de trocadilhos, de brincar com as palavras, do bizarro e do absurdo – tudo o que este livro lhe oferecia.
John tinha talento para cartum e caricaturas – esta forma constante de ver o mundo de uma forma absurda e misturada, esteticamente confusa, pode ser resultado de uma grave miopia que não era tratada com uso de óculos durante a infância (ele os odiava).
Era um músico nato – herdou o talento de sua mãe e seu pai. Ambos cantavam e sua mãe tocava instrumentos como acordeão, gaita, uquelele. Ganhou sua primeira gaita de um estudante pensionista que morou na sua casa. O futuro médico o emprestou sua gaita em uma noite e prometeu presenteá-lo com outra caso ele aprendesse alguma música até o dia seguinte. John tocou duas músicas.
Menino serelepe – teve uma infância “arteira”. Gostava de desafios, aventuras, e roubar comerciantes era algo natural. Sempre foi e quis ser o líder de suas turmas.
Agora vou-me pra mais uma jornada consumista no shopping Bauru. Se trouxer algo de útil, comento por aqui ok?
LINKS RELACIONADOS:
Skoob - rede social de livros - www.skoob.com.br (conheçam!)
Meu blip.fm - tem várias músicas da carreira solo do John... www.blip.fm/juliadantas
Assinar:
Postagens (Atom)

