terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
vivendo e desaprendendo
são coisas que a gente desaprende. desentende.
assim como aqueles erros básicos de português no meio do texto que você sempre acertava nas provas do colégio.
deixa de entender o porquê de alguns rumos que a vida toma e de que você teve tanta certeza um dia.
por que eu não estou lá pra dar um abraço no meu pai hoje?
por que eu não estava lá pra dar aquele olhar de apoio pra minha mãe na semana passada?
aquele beijo no meu irmão mês que vem?
aquele brinde com os amigos ano passado?
parece que as coisas simplesmente vanish away e você se vê sem entender porra nenhuma do que está acontecendo. lost in translation. Me pergunto se isso um dia acaba...
assim como aqueles erros básicos de português no meio do texto que você sempre acertava nas provas do colégio.
deixa de entender o porquê de alguns rumos que a vida toma e de que você teve tanta certeza um dia.
por que eu não estou lá pra dar um abraço no meu pai hoje?
por que eu não estava lá pra dar aquele olhar de apoio pra minha mãe na semana passada?
aquele beijo no meu irmão mês que vem?
aquele brinde com os amigos ano passado?
parece que as coisas simplesmente vanish away e você se vê sem entender porra nenhuma do que está acontecendo. lost in translation. Me pergunto se isso um dia acaba...
domingo, 20 de setembro de 2009
Acho que não ressignifiquei tudo
Sabe o que eu estou fazendo neste exato momento?
Aguardando o Dreamweaver ser desinstalado do meu computador. Mano, como isso demora.
Estou preparando my old desktop PC Pentium 4 pra ser finalmente encaixotado e vendido, doado, realocado, whatever. Um ano depois da chegada do meu dell Aspiron Blossom.
Isso depois de uma tarde encaixotando CDs, tirando a poeira da escrivaninha, jogando algumas lembrancinhas fora. Sinto que tem muita tralha na minha vida bauruense ainda. Na minha próxima ida a Leme, juro, vou levar uma mudança comigo. É ventilador que não presta mais (mas que meu pai vai fazer prestar, com certeza), CDs antigos de uma época que já tinha passado antes mesmo de eu vir pra cá, material de xerox da faculdade... gente, hoje olhei num armário e tinha até uma caixa da mudança pra Bauru que eu ainda não "desencaixotei". :O Fiquei bege. Uma caixa com coisinhas místicas, um duendinho, uma escova de cabelo e outras tralhas de adolescentes. Não sei por que achei que isso seria útil.
Mas enfim, essa tarde está me fazendo muito bem. Nada como perceber que tudo foi ressignificado. Ou melhor: quase tudo.
É que nesse "vasculhar" do meu computador encontrei tanta coisa... tantos programas que tive que baixar aos 45 do segundo tempo pros trabalhos de faculdade, uma pastinha chamada "blog" (que parece que ficou no passado mesmo...), a foto de desktop que eu tirei logo que vim a Bauru, da vista da minha janela ao anoitecer... sei lá. É estranho remexer esses arquivos, tem uma vivacidade neles aqui dentro ainda.
Não sei se vocês estão me entendendo. Acho que ainda preciso começar outro ciclo antes de eliminar este da minha vida, assim como os duendinhos e CDs do Bruce Dickinson estão sendo sumariamente expulsos do meu pequeno apartamento.
Enfim, fica o desabafo.
Aguardando o Dreamweaver ser desinstalado do meu computador. Mano, como isso demora.
Estou preparando my old desktop PC Pentium 4 pra ser finalmente encaixotado e vendido, doado, realocado, whatever. Um ano depois da chegada do meu dell Aspiron Blossom.
Isso depois de uma tarde encaixotando CDs, tirando a poeira da escrivaninha, jogando algumas lembrancinhas fora. Sinto que tem muita tralha na minha vida bauruense ainda. Na minha próxima ida a Leme, juro, vou levar uma mudança comigo. É ventilador que não presta mais (mas que meu pai vai fazer prestar, com certeza), CDs antigos de uma época que já tinha passado antes mesmo de eu vir pra cá, material de xerox da faculdade... gente, hoje olhei num armário e tinha até uma caixa da mudança pra Bauru que eu ainda não "desencaixotei". :O Fiquei bege. Uma caixa com coisinhas místicas, um duendinho, uma escova de cabelo e outras tralhas de adolescentes. Não sei por que achei que isso seria útil.
Mas enfim, essa tarde está me fazendo muito bem. Nada como perceber que tudo foi ressignificado. Ou melhor: quase tudo.
É que nesse "vasculhar" do meu computador encontrei tanta coisa... tantos programas que tive que baixar aos 45 do segundo tempo pros trabalhos de faculdade, uma pastinha chamada "blog" (que parece que ficou no passado mesmo...), a foto de desktop que eu tirei logo que vim a Bauru, da vista da minha janela ao anoitecer... sei lá. É estranho remexer esses arquivos, tem uma vivacidade neles aqui dentro ainda.
Não sei se vocês estão me entendendo. Acho que ainda preciso começar outro ciclo antes de eliminar este da minha vida, assim como os duendinhos e CDs do Bruce Dickinson estão sendo sumariamente expulsos do meu pequeno apartamento.
Enfim, fica o desabafo.
domingo, 19 de julho de 2009
momento I´m just where I want to be
.
Sábado à noite. Frio lá fora. Filme começando na TV. Colchão na sala. Edredon de casal. Panquecas, vinho e ele.
.
Sábado à noite. Frio lá fora. Filme começando na TV. Colchão na sala. Edredon de casal. Panquecas, vinho e ele.
.
domingo, 5 de julho de 2009
Aniversariantes
Gente,
tirando a poeira apenas pra registrar oficialmente minhas saudações a duas das melhores pessoas que eu conheço e que completaram primaveras há pouco tempo.
Parabéns às cancerianas Silvia (28/06) e Carol Ferreira (03/07)!
Vocês são tão importantes na minha vida que até me motivaram a reativar o blog pela enésima vez com este post. Foi muito bom comemorar os aniversários com vocês. Queridos leitores imaginários, vale a pena conhecê-las.
E não se esqueçam do meu, que tá chegando... 28 de julho, o dia em que a filha da Xuxa nasceu.
Um beijo e até breve, assim espero
tirando a poeira apenas pra registrar oficialmente minhas saudações a duas das melhores pessoas que eu conheço e que completaram primaveras há pouco tempo.
Parabéns às cancerianas Silvia (28/06) e Carol Ferreira (03/07)!
Vocês são tão importantes na minha vida que até me motivaram a reativar o blog pela enésima vez com este post. Foi muito bom comemorar os aniversários com vocês. Queridos leitores imaginários, vale a pena conhecê-las.
E não se esqueçam do meu, que tá chegando... 28 de julho, o dia em que a filha da Xuxa nasceu.
Um beijo e até breve, assim espero
quinta-feira, 11 de junho de 2009
I´m free to decide
Gentche, que ansiedade...
Sabe aqueles momentos em que você é obrigado a se deparar com você mesmo? Desnudo? Só?
Então... aí que a gente percebe COMO a gente é fraco, cai no buraco, buraco é fundo acabou-se o mundo.
E como eu li uma vez o Ricardo Jordão (do bizrevolution) falando e isso se aplica a tudo na nossa vida: não tem algo que dê tanto prejuízo como a falta de decisão. Just do it. É como o Marketing da Tecnisa falou no Social Media, a tal filosofia “pedimos desculpa, não pedimos licença” – tá aí vendendo 500 imóveis por ano só no site. (Fonte)
Como estávamos conversando certa vez numa noite fria de caldinho com las negas... a gente é muito, muito pouco sendo nós somente. Detestável isso. Essa coisa de ter que ter uma máxima pra seguir sabe?
Se bem que me pego pensando que não é possível que não existam pessoas realmente mobilizadoras... mas de onde surge essa motivação, o insight, a idéia de um milhão de seguidores?
Valores... é esse o investimento que você deve fazer nos seus filhinhos lindos cuti-cuti da mamãe e do papai. Essa base aí, isso ninguém tira. Culhões. Persona. Essas coisas aí. Falo do alto dos meus 21 anos, tá?
Então é isso minha gente, vida que segue, enquanto essa turbulência não passa eu vou indo ao cinema, comendo comidinhas gostosas e pegando a estrada pela primeira vez, sempre ao lado do meu lindo e gostoso namorado. (parece sarcasmo, mas não é)
Foi bom falar com você, volte sempre!
Mas não dispenso uma boa conversa MESMO.
Sabe aqueles momentos em que você é obrigado a se deparar com você mesmo? Desnudo? Só?
Então... aí que a gente percebe COMO a gente é fraco, cai no buraco, buraco é fundo acabou-se o mundo.
E como eu li uma vez o Ricardo Jordão (do bizrevolution) falando e isso se aplica a tudo na nossa vida: não tem algo que dê tanto prejuízo como a falta de decisão. Just do it. É como o Marketing da Tecnisa falou no Social Media, a tal filosofia “pedimos desculpa, não pedimos licença” – tá aí vendendo 500 imóveis por ano só no site. (Fonte)
Como estávamos conversando certa vez numa noite fria de caldinho com las negas... a gente é muito, muito pouco sendo nós somente. Detestável isso. Essa coisa de ter que ter uma máxima pra seguir sabe?
Se bem que me pego pensando que não é possível que não existam pessoas realmente mobilizadoras... mas de onde surge essa motivação, o insight, a idéia de um milhão de seguidores?
Valores... é esse o investimento que você deve fazer nos seus filhinhos lindos cuti-cuti da mamãe e do papai. Essa base aí, isso ninguém tira. Culhões. Persona. Essas coisas aí. Falo do alto dos meus 21 anos, tá?
Então é isso minha gente, vida que segue, enquanto essa turbulência não passa eu vou indo ao cinema, comendo comidinhas gostosas e pegando a estrada pela primeira vez, sempre ao lado do meu lindo e gostoso namorado. (parece sarcasmo, mas não é)
Foi bom falar com você, volte sempre!
Mas não dispenso uma boa conversa MESMO.
terça-feira, 21 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
9 coisas que eu não sabia sobre John Lennon
Entãao gente, sexta-feira eu tava com minha carteira zerada, devendo R$10 pro meu namorado e fui lá naquele supermercado chiquérrimo, com aquele estacionamento MARA, só pra tirar um dindim pro fim-de-semana.
Saí de lá com um fertilizante e um livro, ou seja, saldo negativíssimo.
Mas tudo bem porque eu estava altamente cobiçando o livro há semanas, e indeed valeu a pena. É o John Lennon - A vida (by Philip Norman). Recente, provavelmente logo estará entre os mais vendidos. Custou-me 69 pilas, mas muito bem pagas pelo material riquíssimo: são quase 900 páginas!!
Enfim, beatlemaníacos (quase 100% da minha audiência), vale a pena.
Mas não me aguentei e resolvi postar aqui algumas coisas que eu não sabia sobre o Beatle mais politicamente correto e revolucionário até ler as primeiras 70 páginas do livro. Ei-las como um tiragosto para você, que ainda vai ler o livro:
O pai dele tinha raquitismo – devido a uma infância pobre e carente dos nutrientes essenciais, ele nunca passou de 1,62. O que não o impediu de ser bonito.
Aos 6 anos, teve que escolher com qual dos pais iria ficar – queria os dois juntos, finalmente escolheu sua mãe, Julia, que já estava morando com outro homem. Mas não passou muito tempo com ela, já que sua tia, Mimi, passou a criá-lo alguns meses depois, a fim de oferecer ao único homem da família uma criação mais estável e fora da “vida de pecado” que, segundo ela, sua irmã levava.
Ele foi criado em uma família de mulheres – o clã era composto de 4 tias, sendo que foi criado por uma delas, a Mimi. Teve três meio-irmãs, mas nunca conheceu uma delas, que foi dada para adoção (era fruto de um relacionamento extra-conjugal de sua mãe). Por isso que a gente se derrete por ele, né não?
O “Working class hero” tinha campainhas para chamar empregados – sua infância não foi marcada pela pobreza, como a de seu pai. Foi criado em uma das casas mais belas da região. Mesmo assim, sua tia conta que John sempre ficava do lado dos oprimidos. Em suas brincadeiras, ao contrário das outras crianças, John preferia ser o índio ao invés do cowboy, que era sempre o derrotado.
Strawberry fields era um orfanato de meninas perto de sua casa – let me take you down cause I´m going to... strawberry fields... nothing is real... and nothing to get hung about… strawberry fields forever.
Ele sempre foi um leitor ávido – um de seus livros preferidos quando menino era Alice no país das maravilhas, que tem inclusive algumas referências na música Lucy in the Sky with Diamonds. John sempre gostou de trocadilhos, de brincar com as palavras, do bizarro e do absurdo – tudo o que este livro lhe oferecia.
John tinha talento para cartum e caricaturas – esta forma constante de ver o mundo de uma forma absurda e misturada, esteticamente confusa, pode ser resultado de uma grave miopia que não era tratada com uso de óculos durante a infância (ele os odiava).
Era um músico nato – herdou o talento de sua mãe e seu pai. Ambos cantavam e sua mãe tocava instrumentos como acordeão, gaita, uquelele. Ganhou sua primeira gaita de um estudante pensionista que morou na sua casa. O futuro médico o emprestou sua gaita em uma noite e prometeu presenteá-lo com outra caso ele aprendesse alguma música até o dia seguinte. John tocou duas músicas.
Menino serelepe – teve uma infância “arteira”. Gostava de desafios, aventuras, e roubar comerciantes era algo natural. Sempre foi e quis ser o líder de suas turmas.
Agora vou-me pra mais uma jornada consumista no shopping Bauru. Se trouxer algo de útil, comento por aqui ok?
LINKS RELACIONADOS:
Skoob - rede social de livros - www.skoob.com.br (conheçam!)
Meu blip.fm - tem várias músicas da carreira solo do John... www.blip.fm/juliadantas
Saí de lá com um fertilizante e um livro, ou seja, saldo negativíssimo.
Mas tudo bem porque eu estava altamente cobiçando o livro há semanas, e indeed valeu a pena. É o John Lennon - A vida (by Philip Norman). Recente, provavelmente logo estará entre os mais vendidos. Custou-me 69 pilas, mas muito bem pagas pelo material riquíssimo: são quase 900 páginas!!
Enfim, beatlemaníacos (quase 100% da minha audiência), vale a pena.
Mas não me aguentei e resolvi postar aqui algumas coisas que eu não sabia sobre o Beatle mais politicamente correto e revolucionário até ler as primeiras 70 páginas do livro. Ei-las como um tiragosto para você, que ainda vai ler o livro:
O pai dele tinha raquitismo – devido a uma infância pobre e carente dos nutrientes essenciais, ele nunca passou de 1,62. O que não o impediu de ser bonito.
Aos 6 anos, teve que escolher com qual dos pais iria ficar – queria os dois juntos, finalmente escolheu sua mãe, Julia, que já estava morando com outro homem. Mas não passou muito tempo com ela, já que sua tia, Mimi, passou a criá-lo alguns meses depois, a fim de oferecer ao único homem da família uma criação mais estável e fora da “vida de pecado” que, segundo ela, sua irmã levava.
Ele foi criado em uma família de mulheres – o clã era composto de 4 tias, sendo que foi criado por uma delas, a Mimi. Teve três meio-irmãs, mas nunca conheceu uma delas, que foi dada para adoção (era fruto de um relacionamento extra-conjugal de sua mãe). Por isso que a gente se derrete por ele, né não?
O “Working class hero” tinha campainhas para chamar empregados – sua infância não foi marcada pela pobreza, como a de seu pai. Foi criado em uma das casas mais belas da região. Mesmo assim, sua tia conta que John sempre ficava do lado dos oprimidos. Em suas brincadeiras, ao contrário das outras crianças, John preferia ser o índio ao invés do cowboy, que era sempre o derrotado.
Strawberry fields era um orfanato de meninas perto de sua casa – let me take you down cause I´m going to... strawberry fields... nothing is real... and nothing to get hung about… strawberry fields forever.
Ele sempre foi um leitor ávido – um de seus livros preferidos quando menino era Alice no país das maravilhas, que tem inclusive algumas referências na música Lucy in the Sky with Diamonds. John sempre gostou de trocadilhos, de brincar com as palavras, do bizarro e do absurdo – tudo o que este livro lhe oferecia.
John tinha talento para cartum e caricaturas – esta forma constante de ver o mundo de uma forma absurda e misturada, esteticamente confusa, pode ser resultado de uma grave miopia que não era tratada com uso de óculos durante a infância (ele os odiava).
Era um músico nato – herdou o talento de sua mãe e seu pai. Ambos cantavam e sua mãe tocava instrumentos como acordeão, gaita, uquelele. Ganhou sua primeira gaita de um estudante pensionista que morou na sua casa. O futuro médico o emprestou sua gaita em uma noite e prometeu presenteá-lo com outra caso ele aprendesse alguma música até o dia seguinte. John tocou duas músicas.
Menino serelepe – teve uma infância “arteira”. Gostava de desafios, aventuras, e roubar comerciantes era algo natural. Sempre foi e quis ser o líder de suas turmas.
Agora vou-me pra mais uma jornada consumista no shopping Bauru. Se trouxer algo de útil, comento por aqui ok?
LINKS RELACIONADOS:
Skoob - rede social de livros - www.skoob.com.br (conheçam!)
Meu blip.fm - tem várias músicas da carreira solo do John... www.blip.fm/juliadantas
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Arrependimento de ter trocado isso pelo Twitter
Só não é maior porque nunca houve algo realmente para ser trocado ou substituído, mas que Twitter tá enchendo o saco ultimamente, ah tá. Bom, pelo menos 80% dos perfis.
É uma falta de assunto impressionante. Aliás, é o único assunto. Metalinguagem cansativa. Tem gente que só tem twitter pra falar do twitter. Que falta de sentido na vida.
Já enjoei. Unfollow.
É por isso q meu twitter preferido é o @vitorfasano e seus comentários sempre cheios de requinte.
Se vc conhece algum twitter um pouco mais interessante, por favor me diga ok?
Ah, e tem cada um que me aparece me seguindo... os piores da última semana foram o @maconheiro e o @fimdefilme. MEDO.
#prontofalei #tpm
UPDATE:
E faltou falar isso... se tem uma coisa q nao suporto é gente q só sabe falar de si próprio o tempo todo. Não dá!
É uma falta de assunto impressionante. Aliás, é o único assunto. Metalinguagem cansativa. Tem gente que só tem twitter pra falar do twitter. Que falta de sentido na vida.
Já enjoei. Unfollow.
É por isso q meu twitter preferido é o @vitorfasano e seus comentários sempre cheios de requinte.
Se vc conhece algum twitter um pouco mais interessante, por favor me diga ok?
Ah, e tem cada um que me aparece me seguindo... os piores da última semana foram o @maconheiro e o @fimdefilme. MEDO.
#prontofalei #tpm
UPDATE:
E faltou falar isso... se tem uma coisa q nao suporto é gente q só sabe falar de si próprio o tempo todo. Não dá!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Caderno da Tribo
Hoje eu ganhei uma agenda um caderno lindo da Tribo.
O tema é conhecimento, e a cada três páginas eles sugerem um tema sobre o qual você pode escrever nas páginas que se seguem, sempre tendo como “mote” algum poema, um verso...
Que coisa linda!
Me fez lembrar dos tempos em que eu me desnudava em um caderno da Naturalis, sem pensar que alguém poderia ler, que eu mesma poderia ler. Hoje eu me toquei de como esse exercício de autoconhecimento me tem feito falta.
Taí. Meta pra 2009: retomar o hábito de escrever no meu Caderno Secreto. Em números: no mínimo uma página por semana.
E se sair algo publicável, prometo não deixar de postar também, tá?
Abraços saudosos.
O tema é conhecimento, e a cada três páginas eles sugerem um tema sobre o qual você pode escrever nas páginas que se seguem, sempre tendo como “mote” algum poema, um verso...
Que coisa linda!
Me fez lembrar dos tempos em que eu me desnudava em um caderno da Naturalis, sem pensar que alguém poderia ler, que eu mesma poderia ler. Hoje eu me toquei de como esse exercício de autoconhecimento me tem feito falta.
Taí. Meta pra 2009: retomar o hábito de escrever no meu Caderno Secreto. Em números: no mínimo uma página por semana.
E se sair algo publicável, prometo não deixar de postar também, tá?
Abraços saudosos.
domingo, 11 de janeiro de 2009
Oi zenti!
Então, apenas um post-satisfação. Tô viva.
Tô bem. Um pouco perdida quanto às resoluções para 2009 só, mas tudo bem.
Por enquanto a única certeza que eu tenho é que eu quero manter a casa organizada, pelo menos.
Rio de Janeiro foi ótimo, pra quem queira saber.
Mas como é triste ir embora! Triste DEMAIS!
Qualquer hora eu posto fotos no orkut, tá?
Um beijo a todos os leitores imaginários que eu amo tanto.
Até breve.
P.S.: Ultimamente tá mais fácil me acompanhar no Twitter.
Então, apenas um post-satisfação. Tô viva.
Tô bem. Um pouco perdida quanto às resoluções para 2009 só, mas tudo bem.
Por enquanto a única certeza que eu tenho é que eu quero manter a casa organizada, pelo menos.
Rio de Janeiro foi ótimo, pra quem queira saber.
Mas como é triste ir embora! Triste DEMAIS!
Qualquer hora eu posto fotos no orkut, tá?
Um beijo a todos os leitores imaginários que eu amo tanto.
Até breve.
P.S.: Ultimamente tá mais fácil me acompanhar no Twitter.
domingo, 12 de outubro de 2008
post sobre a cegueira :D
Gente, é um post longo e aconselho lerem depois de ver o filme, assim é mais fácil comentar, nem que seja "Julia, sua louca, nada a ver".
Se você ainda não viu o filme e não quer perder a viagem, segue este link. Entrevista com Fernando Meirelles sobre o filme. É legal. (juro q tentei postar direto, mas n deu)
*
Ontem fui ver Ensaio Sobre a Cegueira. Ainda estou perturbada.
Um daqueles filmes que você sai e precisa pensar um pouco pra digerir. De cara pensei que talvez o Meirelles não devesse tirar a narração, para atender propósitos comerciais. Demora um pouco pra você tirar algumas conclusões. Mesmo sem ter estas conclusões, não podia ignorar aquilo que o Meirelles (ou Saramago) nos faz ver. Daí sentamos pra tomar um chopp e conversarmos sobre. Tudo bem que aquilo não era lá um assunto pra conversar tomando um chopp, mas vamos começar sendo um pouco mais light, certo?
O Bruno, meu personal scientist, me disse que a visão é o sentido mais importante do ser humano porque ele é o que ocupa uma maior parte do cérebro e transmite mais informação. Ele também reparou como, mesmo em uma anarquia, as organizações se iniciam espontaneamente. Daí lembrei do big bang do homem moderno e de como o nós precisamos nos estruturar em sociedades para evoluirmos, e tatatá.
Mas pensando na moral... como é uma tentação você ser desprovido de moral quando ninguém vê o que você faz o tempo todo. É como se não houvesse juízo de valor. Percebam a luta pra que essa moral exista. Perceba o médico. O médico tenta ser íntegro desde o começo, mas nem ele consegue. Nem o mais dos íntegros. Essa é a cegueira. É uma cegueira que no fim, acaba protegendo as pessoas de si mesmo, de seu superego.
Chopp já findado, chega um casal de amigos e se juntam à nossa agora rodinha. Vê mais uma rodada aí. Eles não viram o filme, então a conversa se alonga para outros. Odiaram Mamma Mia. Não sabiam que era musical. Acharam estranho aquelas pessoas começarem a cantar no meio de uma cena, o chão se abrir em flores, etc. Um sorvete e uma carona pra fechar. Depois da pizza em casa, Bruno dorme. Não consigo parar de pensar no filme. Na TV, começa um programa sobre a II Guerra Mundial na Record News. Bora ver.
Foram 6 milhões de judeus exterminados. Somente em Auschwitz, foram gastos mais de 5 toneladas de gás letal. Eram necessários 5 quilos por vez (faça as contas). Eles eram levados às câmaras achando que iam tomar banho. Quando o exército francês chegou neste campo de extermínio, encontrou uma população de 7 mil judeus que sobreviveram não se sabe como. O menos esquálido pesava 35 kg... Na Normandia, após o dia D, foram registradas 800 mil baixas. 300 mil japoneses morreram com as bombas nucleares. O saldo total desta Guerra foi de 60 milhões de mortos.
É possível enxergar moral na guerra? Uma cegueira revisitada. A guerra deixa as pessoas cegas. Na verdade, muitas coisas deixam as pessoas cegas. Outra da TV: fizeram um teste pra ver quão violento um bairro é em Buenos Aires. Deixaram uma bicicleta solta na rua e viram quanto tempo demorava pra alguém levar. Não me lembro quanto levou o “menos violento”, mas foi no máximo 1 hora. Tinha que vem a cara de pau do sujeito levando a bike como se super fosse dele. De novo a cegueira. Ele tava invisível no meio dos transeuntes.
Fico passada com essas coisas. Porque aí existe outra cegueira: a de não enxergar as coisas acontecendo à nossa volta. A minha cegueira, do alto do meu oitavo andar, da minha pizza de atum, do meu chopps no shopping center. Nós também estamos protegidos pela cegueira. Quanta imoralidade existe na omissão? Talvez não seja uma guerra ou a concentração de renda que nos deixam cegos, talvez nos já o sejamos.
Voltando ao filme, fico imaginando a Mulher que Enxergava. Ela vendo tudo aquilo. No livro ela diz que preferia estar cega. Acho que o objetivo do filme talvez seja deixar-nos um pouco mais próximos daquela Mulher.
Outra reflexão do filme, agora sobre liderança: uma ala era liderada por uma pessoa que enxergava, outra tinha um Reizinho sem escrúpulos ajudado por um cego nato (portanto, melhor cego do que os outros). Em terra de cego, quem tem um olho é rei, né não?
Trecho do livro que peguei daqui mesmo :D
"Lutar foi sempre, mais ou menos, uma forma de cegueira, Isto é diferente, Farás o que melhor te parecer, mas não te esqueças daquilo que nós somos aqui, cegos, simplesmente cegos, cegos sem retóricas nem comiserações, o mundo caridoso e pitoresco dos ceguinhos acabou, agora é o reino duro, cruel e implacável dos cegos, Se tu pudesses ver o que eu sou obrigada a ver, quererias estar cego, Acredito, mas não preciso, cego já estou, Perdoa-me, meu querido, se tu soubesses, Sei, sei, levei a minha vida a olhar para dentro dos olhos das pessoas, é o único lugar do corpo onde talvez ainda exista uma alma, e se eles se perderam"
Se você ainda não viu o filme e não quer perder a viagem, segue este link. Entrevista com Fernando Meirelles sobre o filme. É legal. (juro q tentei postar direto, mas n deu)
*
Ontem fui ver Ensaio Sobre a Cegueira. Ainda estou perturbada.
Um daqueles filmes que você sai e precisa pensar um pouco pra digerir. De cara pensei que talvez o Meirelles não devesse tirar a narração, para atender propósitos comerciais. Demora um pouco pra você tirar algumas conclusões. Mesmo sem ter estas conclusões, não podia ignorar aquilo que o Meirelles (ou Saramago) nos faz ver. Daí sentamos pra tomar um chopp e conversarmos sobre. Tudo bem que aquilo não era lá um assunto pra conversar tomando um chopp, mas vamos começar sendo um pouco mais light, certo?
O Bruno, meu personal scientist, me disse que a visão é o sentido mais importante do ser humano porque ele é o que ocupa uma maior parte do cérebro e transmite mais informação. Ele também reparou como, mesmo em uma anarquia, as organizações se iniciam espontaneamente. Daí lembrei do big bang do homem moderno e de como o nós precisamos nos estruturar em sociedades para evoluirmos, e tatatá.
Mas pensando na moral... como é uma tentação você ser desprovido de moral quando ninguém vê o que você faz o tempo todo. É como se não houvesse juízo de valor. Percebam a luta pra que essa moral exista. Perceba o médico. O médico tenta ser íntegro desde o começo, mas nem ele consegue. Nem o mais dos íntegros. Essa é a cegueira. É uma cegueira que no fim, acaba protegendo as pessoas de si mesmo, de seu superego.
Chopp já findado, chega um casal de amigos e se juntam à nossa agora rodinha. Vê mais uma rodada aí. Eles não viram o filme, então a conversa se alonga para outros. Odiaram Mamma Mia. Não sabiam que era musical. Acharam estranho aquelas pessoas começarem a cantar no meio de uma cena, o chão se abrir em flores, etc. Um sorvete e uma carona pra fechar. Depois da pizza em casa, Bruno dorme. Não consigo parar de pensar no filme. Na TV, começa um programa sobre a II Guerra Mundial na Record News. Bora ver.
Foram 6 milhões de judeus exterminados. Somente em Auschwitz, foram gastos mais de 5 toneladas de gás letal. Eram necessários 5 quilos por vez (faça as contas). Eles eram levados às câmaras achando que iam tomar banho. Quando o exército francês chegou neste campo de extermínio, encontrou uma população de 7 mil judeus que sobreviveram não se sabe como. O menos esquálido pesava 35 kg... Na Normandia, após o dia D, foram registradas 800 mil baixas. 300 mil japoneses morreram com as bombas nucleares. O saldo total desta Guerra foi de 60 milhões de mortos.
É possível enxergar moral na guerra? Uma cegueira revisitada. A guerra deixa as pessoas cegas. Na verdade, muitas coisas deixam as pessoas cegas. Outra da TV: fizeram um teste pra ver quão violento um bairro é em Buenos Aires. Deixaram uma bicicleta solta na rua e viram quanto tempo demorava pra alguém levar. Não me lembro quanto levou o “menos violento”, mas foi no máximo 1 hora. Tinha que vem a cara de pau do sujeito levando a bike como se super fosse dele. De novo a cegueira. Ele tava invisível no meio dos transeuntes.
Fico passada com essas coisas. Porque aí existe outra cegueira: a de não enxergar as coisas acontecendo à nossa volta. A minha cegueira, do alto do meu oitavo andar, da minha pizza de atum, do meu chopps no shopping center. Nós também estamos protegidos pela cegueira. Quanta imoralidade existe na omissão? Talvez não seja uma guerra ou a concentração de renda que nos deixam cegos, talvez nos já o sejamos.
Voltando ao filme, fico imaginando a Mulher que Enxergava. Ela vendo tudo aquilo. No livro ela diz que preferia estar cega. Acho que o objetivo do filme talvez seja deixar-nos um pouco mais próximos daquela Mulher.
Outra reflexão do filme, agora sobre liderança: uma ala era liderada por uma pessoa que enxergava, outra tinha um Reizinho sem escrúpulos ajudado por um cego nato (portanto, melhor cego do que os outros). Em terra de cego, quem tem um olho é rei, né não?
Trecho do livro que peguei daqui mesmo :D
"Lutar foi sempre, mais ou menos, uma forma de cegueira, Isto é diferente, Farás o que melhor te parecer, mas não te esqueças daquilo que nós somos aqui, cegos, simplesmente cegos, cegos sem retóricas nem comiserações, o mundo caridoso e pitoresco dos ceguinhos acabou, agora é o reino duro, cruel e implacável dos cegos, Se tu pudesses ver o que eu sou obrigada a ver, quererias estar cego, Acredito, mas não preciso, cego já estou, Perdoa-me, meu querido, se tu soubesses, Sei, sei, levei a minha vida a olhar para dentro dos olhos das pessoas, é o único lugar do corpo onde talvez ainda exista uma alma, e se eles se perderam"
terça-feira, 7 de outubro de 2008
One week out
"Numa sociedade mundial que marcha cada vez mais para a automação da produção e da redução de horas de trabalho, o grande produto que o Brasil vai oferecer é mostrar àqueles que, não podendo trabalhar, se matam, como é que não trabalhar é a melhor forma de ser feliz."
Roberto Pinho, antropólogo, ex-asessor especial do ex-ministro Gilberto Gil
Roberto Pinho, antropólogo, ex-asessor especial do ex-ministro Gilberto Gil
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Justo agora?!
Crises existenciais numa madrugada de quarta-feira??
O pior é sentir que precisa cuidar mas planejar pra pensar depois de novembro.
Porque comigo é tudo demorado...
O pior é sentir que precisa cuidar mas planejar pra pensar depois de novembro.
Porque comigo é tudo demorado...
domingo, 10 de agosto de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Tibet-independence?
Vocês já ouviram o "novo" da Bjork, "Volta"?
É bem interessante. Tudo o que ela faz é no mínimo interessante. Se você discorda, assiste "Dançando no Escuro" e depois me diz se pelo menos algo de muito bom ela já não fez.
Anyways, tem uma música nesse disco que eu gosto muito chamada "Declare Independence". É muito visceral, me lembra um pouco dos tempos de metal pesado, bate-cabeça, essas coisas. Bem interessante. Pelo nome dá pra sacar o teor da letra, extremamente nacionalista. Se interessar, veja o vídeo.
Eu já curtia, depois que eu soube do que ela fez na China passei a curtir ainda mais. Aqui tem um link pra uma notícia publicada em um jornal chinês que traz o vídeo. Se você é jornalista e tiver ânimo pra ler (está em inglês), vale a pena. Tudo o que as escolas de jornalismo falam pra você não fazer.
E aqui fala o que ela fez e a repercussão disso, em português.
Como ela não faria isso? Essa é a questão. Deram a faca e o queijo na mão. E ainda dizem que ela quer sabotar as olimpíadas. Por quê? A vez que ela teve a maior audiência foi justamente numa abertura de jogos olímpicos. Eu hein, povo estranho.
Quer saber mais sobre o Tibet? Achei um link legal que traz 3 vídeos feitos por um fotojornalista por lá. É bem rapidinho e adiciona. Segue aí.
Enfim, só pra compartilhar.
Bom fim-de-semana pros meus leitores imaginários.
É bem interessante. Tudo o que ela faz é no mínimo interessante. Se você discorda, assiste "Dançando no Escuro" e depois me diz se pelo menos algo de muito bom ela já não fez.
Anyways, tem uma música nesse disco que eu gosto muito chamada "Declare Independence". É muito visceral, me lembra um pouco dos tempos de metal pesado, bate-cabeça, essas coisas. Bem interessante. Pelo nome dá pra sacar o teor da letra, extremamente nacionalista. Se interessar, veja o vídeo.
Eu já curtia, depois que eu soube do que ela fez na China passei a curtir ainda mais. Aqui tem um link pra uma notícia publicada em um jornal chinês que traz o vídeo. Se você é jornalista e tiver ânimo pra ler (está em inglês), vale a pena. Tudo o que as escolas de jornalismo falam pra você não fazer.
E aqui fala o que ela fez e a repercussão disso, em português.
Como ela não faria isso? Essa é a questão. Deram a faca e o queijo na mão. E ainda dizem que ela quer sabotar as olimpíadas. Por quê? A vez que ela teve a maior audiência foi justamente numa abertura de jogos olímpicos. Eu hein, povo estranho.
Quer saber mais sobre o Tibet? Achei um link legal que traz 3 vídeos feitos por um fotojornalista por lá. É bem rapidinho e adiciona. Segue aí.
Enfim, só pra compartilhar.
Bom fim-de-semana pros meus leitores imaginários.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
eternamente julho
Não sei, ultimamente (nestes últimos 15 dias mais ou menos) tô com uma sensação muito boa.
Sabe aqueles tempos em que você sente que está vivendo algo único? Que vai passar logo e que você tem que aproveitar o máximo, esquentar o mínimo?
Acordar cedo sorrindo, ir trabalhar logo de manhã curtindo aquela música daora e chegar gritando "BOM DIA!!!"?
Chegar cedo em casa, ter tempo pra ler, fazer TCC (sim, porque geralmente a gente escolhe assuntos de que gosta). Ir ao cinema ver aquelas estréias e se dar ao luxo de esperar a outra sessão porque a próxima já esgotou.
Tirar o sábado pra batistar, e ter a única preocupação de escolher o que vai levar. E ganhar de presente de aniversário aquela blusa linda que você ia deixar na loja. \o/
Por mim, minha vida seria assim pelo resto da vida. FÁCIL.
Eternamente férias de julho.
(não quero nem pensar que essa pode ser a última, it hurts!!)
Ame a vida!!!
Sabe aqueles tempos em que você sente que está vivendo algo único? Que vai passar logo e que você tem que aproveitar o máximo, esquentar o mínimo?
Acordar cedo sorrindo, ir trabalhar logo de manhã curtindo aquela música daora e chegar gritando "BOM DIA!!!"?
Chegar cedo em casa, ter tempo pra ler, fazer TCC (sim, porque geralmente a gente escolhe assuntos de que gosta). Ir ao cinema ver aquelas estréias e se dar ao luxo de esperar a outra sessão porque a próxima já esgotou.
Tirar o sábado pra batistar, e ter a única preocupação de escolher o que vai levar. E ganhar de presente de aniversário aquela blusa linda que você ia deixar na loja. \o/
Por mim, minha vida seria assim pelo resto da vida. FÁCIL.
Eternamente férias de julho.
(não quero nem pensar que essa pode ser a última, it hurts!!)
Ame a vida!!!
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Um post pros vendidos de plantão
Pois é.
Dia desses cheguei atrasada na aula de Jornalismo Digital, qual não foi minha surpresa em receber a notícia de que a aula seria na verdade na Semana de Relações Públicas da Unesp.
Beleza, já que eu tava na UNESP mesmo, fiz valer meus R$3,50 ida-volta e fui ver qual era. Já tô fazendo TCC em jornalismo empresarial mesmo, né?
Cara, sabe quando você vai numa palestra e fica feliz de ter participado de algo único? Então. Quase isso, hehe (até liguei pra Silvia)
O nome é Marlene Marchiori e a mulher é uma baixinha totalmente pilhada, bem vestida e com expressões anglo-saxônicas na ponta da língua. Imagine.
O que me atrai nessa área de Relações Públicas e Marketing é que esse povo sabe o que é estudar comunicação e usá-la de forma estratégica. Sabe mesmo. Porque tem gente que compra isso e porque isso dá lucro.
Resuminho:
- Durante toda a palestra eu devo ter ouvido umas 500 vezes a frase “comunicação é um processo”. [SIM!! Comunicação É um processo!! Comunicação não é só o house organ, o jornal-mural, a revista, o boletim, o folder, etc... nós temos que parar de enxergar a comunicação como produto. Quando você cuida das reclamações dos clientes externos e internos, você está fazendo uma comunicação bem feita. Quando você planeja o ano da sua empresa do ponto de vista da comunicação, é ali mesmo que ela começa. Passando pro jornalismo: quando você dá o feedback pra sua fonte, isso também faz parte do processo de comunicação. Como já disse o próprio Sakamoto neste sábado: nós interferimos na realidade que estudamos/visitamos/etc... e isso TEM que ser visto dentro do processo de comunicação]
- Estamos saindo da visão funcionalista pra visão humanizada da comunicação organizacional. O ser humano é o principal canal de acontecimentos em uma organização. As pessoas fazem uma organização, e não o contrário (parece óbvio, mas isso ainda é pouco considerado no mercado). Essa é a visão pós-moderna da comunicação organizacional (ou será que existe?). Porque são várias realidades, não é possível enxergar A realidade. Hoje Fulano trabalha na empresa X durante o dia, estuda na universidade Y à noite, sai com grupo Z de fins de semana...
- Temos aí um pressuposto: As organizações são feitas por pessoas. Como sentir a resposta das pessoas neste processo de comunicação? “Através de processo de interação que geram um sentido”. Ahá!! Voltamos a Marx. Lembra daquela história? Que o trabalho é alienante quando perde o sentido? Pois é.
"Comunicação é o processo de gerenciar mensagens e mídia com o propósito de criar significado" (Botan & Kreps, 2000)
- Agora vamos trabalhar com a comunicação mudando estruturas, comportamentos. Esse é o novo desafio. Para mudar a estrutura, é necessário criar conhecimento, fazer com que a descoberta aconteça pelas pessoas num processo de dentro pra fora, gerar fatos, criar contextos, estimular o diálogo, isso tudo estimula a realidade organizacional – não aquela que é comunicada para as pessoas, mas aquela que faz parte do processo de comunicação.
Olha o Paulo Nassar: "Organizações são seres relacionais". A interdependência é grande. Não tem como falar que as organizações são a administração.
Em suma, os desafios: As ações da empresa precisam ter sentido para as pessoas. Fazer com que as pessoas se permitam nas organizações.
Comunicação não é comunicar a mudança, mas fazer parte do processo de decisão.
Perspectiva? Temos que repensar os próprios processo e teorias para ampliar o processo de comunicação. Quem sabe no doutorado...
[George Harrison - Wah Wah]
Dia desses cheguei atrasada na aula de Jornalismo Digital, qual não foi minha surpresa em receber a notícia de que a aula seria na verdade na Semana de Relações Públicas da Unesp.
Beleza, já que eu tava na UNESP mesmo, fiz valer meus R$3,50 ida-volta e fui ver qual era. Já tô fazendo TCC em jornalismo empresarial mesmo, né?
Cara, sabe quando você vai numa palestra e fica feliz de ter participado de algo único? Então. Quase isso, hehe (até liguei pra Silvia)
O nome é Marlene Marchiori e a mulher é uma baixinha totalmente pilhada, bem vestida e com expressões anglo-saxônicas na ponta da língua. Imagine.
O que me atrai nessa área de Relações Públicas e Marketing é que esse povo sabe o que é estudar comunicação e usá-la de forma estratégica. Sabe mesmo. Porque tem gente que compra isso e porque isso dá lucro.
Resuminho:
- Durante toda a palestra eu devo ter ouvido umas 500 vezes a frase “comunicação é um processo”. [SIM!! Comunicação É um processo!! Comunicação não é só o house organ, o jornal-mural, a revista, o boletim, o folder, etc... nós temos que parar de enxergar a comunicação como produto. Quando você cuida das reclamações dos clientes externos e internos, você está fazendo uma comunicação bem feita. Quando você planeja o ano da sua empresa do ponto de vista da comunicação, é ali mesmo que ela começa. Passando pro jornalismo: quando você dá o feedback pra sua fonte, isso também faz parte do processo de comunicação. Como já disse o próprio Sakamoto neste sábado: nós interferimos na realidade que estudamos/visitamos/etc... e isso TEM que ser visto dentro do processo de comunicação]
- Estamos saindo da visão funcionalista pra visão humanizada da comunicação organizacional. O ser humano é o principal canal de acontecimentos em uma organização. As pessoas fazem uma organização, e não o contrário (parece óbvio, mas isso ainda é pouco considerado no mercado). Essa é a visão pós-moderna da comunicação organizacional (ou será que existe?). Porque são várias realidades, não é possível enxergar A realidade. Hoje Fulano trabalha na empresa X durante o dia, estuda na universidade Y à noite, sai com grupo Z de fins de semana...
- Temos aí um pressuposto: As organizações são feitas por pessoas. Como sentir a resposta das pessoas neste processo de comunicação? “Através de processo de interação que geram um sentido”. Ahá!! Voltamos a Marx. Lembra daquela história? Que o trabalho é alienante quando perde o sentido? Pois é.
"Comunicação é o processo de gerenciar mensagens e mídia com o propósito de criar significado" (Botan & Kreps, 2000)
- Agora vamos trabalhar com a comunicação mudando estruturas, comportamentos. Esse é o novo desafio. Para mudar a estrutura, é necessário criar conhecimento, fazer com que a descoberta aconteça pelas pessoas num processo de dentro pra fora, gerar fatos, criar contextos, estimular o diálogo, isso tudo estimula a realidade organizacional – não aquela que é comunicada para as pessoas, mas aquela que faz parte do processo de comunicação.
Olha o Paulo Nassar: "Organizações são seres relacionais". A interdependência é grande. Não tem como falar que as organizações são a administração.
Em suma, os desafios: As ações da empresa precisam ter sentido para as pessoas. Fazer com que as pessoas se permitam nas organizações.
Comunicação não é comunicar a mudança, mas fazer parte do processo de decisão.
Perspectiva? Temos que repensar os próprios processo e teorias para ampliar o processo de comunicação. Quem sabe no doutorado...
[George Harrison - Wah Wah]
domingo, 25 de maio de 2008
Sinceramente... estar aqui me deixa confusa!!!!!!
ao ponto de exceder nas exclamações...
Como pode a gente amar e odiar a mesma coisa ao mesmo tempo?
E quanto a coisa está num nível tão abstrato assim??
Totalmente louco isso... agora deixa eu ir pra cama pensar nas coisas que eu não fiz por preguiça hoje.
Até.
ao ponto de exceder nas exclamações...
Como pode a gente amar e odiar a mesma coisa ao mesmo tempo?
E quanto a coisa está num nível tão abstrato assim??
Totalmente louco isso... agora deixa eu ir pra cama pensar nas coisas que eu não fiz por preguiça hoje.
Até.
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