Pai é acusado de asfixiar e jogar filha da janela do sexto andar.
Padre some em SC após sair voando com balões de gás hélio.
Cada dia que passa eu tenho mais certeza que existe mais louco nesse mundo do que sonha nossa vã filosofia.
terça-feira, 22 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
the rolling stones - shine a light
Acabei de voltar do cinema.
O que se vê são 2 belíssimos shows: um do Rolling Stones e outro de Scorsese. Direção simplesmente fantástica!
Apenas senti falta de cerveja e espaço pra poder curtir em pé. Ainda mais com todo aquele aparato sonoro do Multiplex... eu diria que meus 7 reais valeram mais do que os zero reais que aquele milhão de pessoas não pagou pra vê-los em Copacabana.
Très bien!
Recomendo pra coleção mesmo.
O que se vê são 2 belíssimos shows: um do Rolling Stones e outro de Scorsese. Direção simplesmente fantástica!
Apenas senti falta de cerveja e espaço pra poder curtir em pé. Ainda mais com todo aquele aparato sonoro do Multiplex... eu diria que meus 7 reais valeram mais do que os zero reais que aquele milhão de pessoas não pagou pra vê-los em Copacabana.
Très bien!
Recomendo pra coleção mesmo.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
o que há de poético num batom perdido
Hoje eu tava no ônibus voltando do trabalho (ou indo para, já que em tempos de TCC não existe mais lugar de descanso) quando a minha visão periférica de mulher percebeu algo pequeno e escuro indo rapidamente em direção ao meu pé. Não era uma barata, mas está igualmente envolvido com o psicológico feminino: era um batom. Que veio a toda velocidade bater no meu pé, como se quisesse me cutucar pra chamar a atenção. Compreensível.
Achei aquilo ótimo. Comecei a divagar sobre como aquele objeto foi se perder naquele ônibus, há quanto tempo e por quem. Cheguei até a pensar que alguma pessoa muito mal-educada tivesse o deixado ali de propósito, como se fosse lixo. A hora que ele rolou pra cima de um papelzinho de bala dava mesmo uma cara de dejeto pra ele. Coitado.
Não podia ter sido jogado fora, porque ainda tinha muito pra ser usado daquele batom. Mas pela aparência gasta e empoeirada da embalagem, devia fazer tempo que ele tinha sido perdido. "Alguém perdeu um batom", disse a moça que estava do meu lado na hora que ele foi cutucá-la também. Não é à toa: além de gasto e empoeirado, via-se que era um daqueles bem vagabundos. Porque ninguém perde um batom da Claude Bergère. Mas um batom de plástico preto com capinha transparente, assim, sem marca, cai da bolsa fácil.
E ele ficou ali, indo e vindo a cada brecada, e eu fiquei ali olhando pra ele. Talvez ele nunca tivesse tido tanta atenção. Será que era de uma prostituta? A gente sempre tende a achar que essas coisas são de prostituta. Batom, esmalte, camisinha perdidos... Que preconceito... eu até usaria aquela cor (fosse num Claude Bergère), e não sou prostituta. Será que limpam esse ônibus? Será que ele estava escondido em algum vão durante a faxina? Será que ele carregava uma legenda partidária?
Tanto faz. Mas acho que eu dei uma razão de ser praquilo. Esse "ir e vir" do objeto abandonado foi o que mais de interessante aconteceu nas últimas 8 horas do meu dia, que tendem a piorar. Até fui mais com a cara desse batom aí do que aquele que eu passo todo dia antes de ir trabalhar, e olha que é da Natura. Se é que você entende como a cabeça tá bem mais leve.
Achei aquilo ótimo. Comecei a divagar sobre como aquele objeto foi se perder naquele ônibus, há quanto tempo e por quem. Cheguei até a pensar que alguma pessoa muito mal-educada tivesse o deixado ali de propósito, como se fosse lixo. A hora que ele rolou pra cima de um papelzinho de bala dava mesmo uma cara de dejeto pra ele. Coitado.
Não podia ter sido jogado fora, porque ainda tinha muito pra ser usado daquele batom. Mas pela aparência gasta e empoeirada da embalagem, devia fazer tempo que ele tinha sido perdido. "Alguém perdeu um batom", disse a moça que estava do meu lado na hora que ele foi cutucá-la também. Não é à toa: além de gasto e empoeirado, via-se que era um daqueles bem vagabundos. Porque ninguém perde um batom da Claude Bergère. Mas um batom de plástico preto com capinha transparente, assim, sem marca, cai da bolsa fácil.
E ele ficou ali, indo e vindo a cada brecada, e eu fiquei ali olhando pra ele. Talvez ele nunca tivesse tido tanta atenção. Será que era de uma prostituta? A gente sempre tende a achar que essas coisas são de prostituta. Batom, esmalte, camisinha perdidos... Que preconceito... eu até usaria aquela cor (fosse num Claude Bergère), e não sou prostituta. Será que limpam esse ônibus? Será que ele estava escondido em algum vão durante a faxina? Será que ele carregava uma legenda partidária?
Tanto faz. Mas acho que eu dei uma razão de ser praquilo. Esse "ir e vir" do objeto abandonado foi o que mais de interessante aconteceu nas últimas 8 horas do meu dia, que tendem a piorar. Até fui mais com a cara desse batom aí do que aquele que eu passo todo dia antes de ir trabalhar, e olha que é da Natura. Se é que você entende como a cabeça tá bem mais leve.
terça-feira, 25 de março de 2008
news?
No las tengo.
Except that:
- Finalmente acertaram o corte do meu cabelo (que só eu sei a diferença);
- Finalmente eu tenho visto coisas na faculdade que realmente me interessam;
- Infelizmente isso foi só no último ano da faculdade... não faz sentido, mas tudo bem;
- Quando vc acha que sabe tudo de links patrocinados, vc descobre que não sabe nada. How exciting!
- Com mais sono do que nunca. Cabeça voando.
- Dormir é bom, ser acordada com um abraço gostoso... melhor ainda!
- Prefiro pizza a ovo de páscoa. Deixa eu ir lá!
No las tengo.
Except that:
- Finalmente acertaram o corte do meu cabelo (que só eu sei a diferença);
- Finalmente eu tenho visto coisas na faculdade que realmente me interessam;
- Infelizmente isso foi só no último ano da faculdade... não faz sentido, mas tudo bem;
- Quando vc acha que sabe tudo de links patrocinados, vc descobre que não sabe nada. How exciting!
- Com mais sono do que nunca. Cabeça voando.
- Dormir é bom, ser acordada com um abraço gostoso... melhor ainda!
- Prefiro pizza a ovo de páscoa. Deixa eu ir lá!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
A importância das certezas
Quando a gente tem certeza da coisa, ela fica meio deixada de lado e a gente esquece dela. É tipo aquela pasta "assuntos resolvidos" que a gente cria no Outlook, a título de histórico, mas nunca abre.
Como é importante guardar o histórico! Já pensou se a gente esquecesse das coisas que tivesse resolvido? Talvez a vida mudasse a cada ciclo. Mas é um pouco óbvio que a gente nunca evoluiria também. Anyways.
Fato 1: Eu quero loucamente comprar um carro.
Fato 2: Eu teria respaldo suficiente pra comprar um carro.
Fato 3: Eu moro sozinha.
Fato 4: Eu tenho respaldo pra morar sozinha.
Fato 5: Eu não tenho respaldo pra morar sozinha e comprar um carro.
Fato 6: Combinar fato 1 com fato 3 dá mela.
Ainda bem que somos seres capazes de hierarquizar as coisas. Tá, eu odeio andar a pé, de ônibus, etc etc etc. Tá, arcar com telefone + luz + aluguel + condomínio da forma mais cara possível não é fácil. Mas vale a pena. Ah, se vale.
E quando a gente tem certeza das coisas, fica muito mais fácil de agüentar o peso, você não tem idéia. Essa é a mensagem do dia (ou talvez do ano, pq a gente precisa, né?), ok?
Como é importante guardar o histórico! Já pensou se a gente esquecesse das coisas que tivesse resolvido? Talvez a vida mudasse a cada ciclo. Mas é um pouco óbvio que a gente nunca evoluiria também. Anyways.
Fato 1: Eu quero loucamente comprar um carro.
Fato 2: Eu teria respaldo suficiente pra comprar um carro.
Fato 3: Eu moro sozinha.
Fato 4: Eu tenho respaldo pra morar sozinha.
Fato 5: Eu não tenho respaldo pra morar sozinha e comprar um carro.
Fato 6: Combinar fato 1 com fato 3 dá mela.
Ainda bem que somos seres capazes de hierarquizar as coisas. Tá, eu odeio andar a pé, de ônibus, etc etc etc. Tá, arcar com telefone + luz + aluguel + condomínio da forma mais cara possível não é fácil. Mas vale a pena. Ah, se vale.
E quando a gente tem certeza das coisas, fica muito mais fácil de agüentar o peso, você não tem idéia. Essa é a mensagem do dia (ou talvez do ano, pq a gente precisa, né?), ok?
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Menos uma coisa pra fazer antes de morrer
Sim!! É pra ser tão empolgante quanto o título.
Esse mês encontrei uma fita de vídeo que achava que tinha perdido e procuro há anos!
É uma gravação do meu aniversário de 2 anos. Muuuitas memórias... vcs já se viram num vídeo como crianças? Te digo, é uma sensação bem esquisita. "eu já fui isso??".
A parte importante é que tem um bocado de gente da minha família que mudou, tanto no peso como de esfera (entende?).
Juro que tentei colocar uma imagem aqui, mas o photoshop deu uns pau estranhos então nevermind...
Enfim, só pra compartilhar.
Agora a missão é fazer um DVD disso, com menu e tudo. Afinal, evoluímos, certo?
Se alguém souber que programa eu uso pra fazer isso, bota aí nos comentários! :D
Esse mês encontrei uma fita de vídeo que achava que tinha perdido e procuro há anos!
É uma gravação do meu aniversário de 2 anos. Muuuitas memórias... vcs já se viram num vídeo como crianças? Te digo, é uma sensação bem esquisita. "eu já fui isso??".
A parte importante é que tem um bocado de gente da minha família que mudou, tanto no peso como de esfera (entende?).
Juro que tentei colocar uma imagem aqui, mas o photoshop deu uns pau estranhos então nevermind...
Enfim, só pra compartilhar.
Agora a missão é fazer um DVD disso, com menu e tudo. Afinal, evoluímos, certo?
Se alguém souber que programa eu uso pra fazer isso, bota aí nos comentários! :D
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
A redação das férias
Tirando a poeira do blog... (cof, cof). Juro que achei que não lembraria a senha.
Mas voltei, só porque hoje é o dia do jornalista.
E nada melhor pra uma volta do que uma redação (ou quase, vá) com o tema de "Como foram as minhas férias". he he he
Primeiro, a foto no cartão postal da cidade:
Júlia, em pose clássica
Agora aos relatos:
- Procurei o Cap. Nascimento mas não consegui encontrá-lo :(. O mais próximo que cheguei a isso foi quando o meu bilhete emperrou na catraca do metrô e o moço de preto me salvou, viril...(ops!) bravamente, de ter que pagar mais R$2,40. Foi emocionante.
- Peguei só 1 dia de chuva. E tô percebendo que pegar um bronze "morena verão" é mais difícil do que imaginava. Acho que vou passar álcool por baixo do filtro solar, conforme recomendação da vizinha aqui.
- Hospedada que estive na Lapa, não havia como não voltar pra Bauru mais sambista. Por seguir os programas que os "homens da casa" fizeram, acabei pegando noitada pelo Centro mesmo (porque carioca acha muito feio falar "balada").
- Mesmo assim, o legal do Rio Scenarium é ficar na pista com DJ. Porque eu não sei dançar samba a dois.
- "Empolga às 9" realmente empolga! (www.empolga.com.br) Me salvou de uma balada que tinha tudo pra ser meio caída. Pena que o ambiente do Teatro Odisséia (onde os vi) não é tão legal/nonsense como o do Rio Scenarium.
- Acima da média: quantidade de gringos, gays e balas perdidas. Tudo junto no réveillon de Ipanema. Ainda bem que as últimas passaram longe (e só).
- Ler também faz parte! "A sangue frio", finalmente, e vale a pena. "Desonrada" me fez ficar a par de uma situação que eu não conhecia, em tempos de Benazir Bhutto...
- Vale ressaltar: Muito bom conviver com a Elis de novo. Tita - adorei que você veio pro Rio com a gente! Como sempre, muito companheira, paciente (desculpa qq coisa!), disposta, bem-humorada.... valeu! ;)
- Outra coisa que acontece nessas viagens em que você convive muito tempo com várias pessoas em um espaço pequeno é que vc acaba se percebendo mais. Estas férias pude ter certeza de algumas coisas que quero pra mim. Do que gosto, do que não gosto, do que tenho de melhorar... aiai. :)
Feliz 2008, pessoal! (Lembre-se que o Carnaval ainda não passou)
Mas voltei, só porque hoje é o dia do jornalista.
E nada melhor pra uma volta do que uma redação (ou quase, vá) com o tema de "Como foram as minhas férias". he he he
Primeiro, a foto no cartão postal da cidade:
Júlia, em pose clássicaAgora aos relatos:
- Procurei o Cap. Nascimento mas não consegui encontrá-lo :(. O mais próximo que cheguei a isso foi quando o meu bilhete emperrou na catraca do metrô e o moço de preto me salvou, viril...(ops!) bravamente, de ter que pagar mais R$2,40. Foi emocionante.
- Peguei só 1 dia de chuva. E tô percebendo que pegar um bronze "morena verão" é mais difícil do que imaginava. Acho que vou passar álcool por baixo do filtro solar, conforme recomendação da vizinha aqui.
- Hospedada que estive na Lapa, não havia como não voltar pra Bauru mais sambista. Por seguir os programas que os "homens da casa" fizeram, acabei pegando noitada pelo Centro mesmo (porque carioca acha muito feio falar "balada").
- Mesmo assim, o legal do Rio Scenarium é ficar na pista com DJ. Porque eu não sei dançar samba a dois.
- "Empolga às 9" realmente empolga! (www.empolga.com.br) Me salvou de uma balada que tinha tudo pra ser meio caída. Pena que o ambiente do Teatro Odisséia (onde os vi) não é tão legal/nonsense como o do Rio Scenarium.
- Acima da média: quantidade de gringos, gays e balas perdidas. Tudo junto no réveillon de Ipanema. Ainda bem que as últimas passaram longe (e só).
- Ler também faz parte! "A sangue frio", finalmente, e vale a pena. "Desonrada" me fez ficar a par de uma situação que eu não conhecia, em tempos de Benazir Bhutto...
- Vale ressaltar: Muito bom conviver com a Elis de novo. Tita - adorei que você veio pro Rio com a gente! Como sempre, muito companheira, paciente (desculpa qq coisa!), disposta, bem-humorada.... valeu! ;)
- Outra coisa que acontece nessas viagens em que você convive muito tempo com várias pessoas em um espaço pequeno é que vc acaba se percebendo mais. Estas férias pude ter certeza de algumas coisas que quero pra mim. Do que gosto, do que não gosto, do que tenho de melhorar... aiai. :)
Feliz 2008, pessoal! (Lembre-se que o Carnaval ainda não passou)
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